quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Como cuidar dos cabelos depois da praia

Oi, galero, faz um tempinho que prometi fazer um post sobre isso, mas como eu não tinha foto do "antes", eu dei uma enrolada. 

Acontece que eu fui para a praia, e devido ao sol, mar, e as festas de Ano Novo, meu cabelo ficou um coco, bem palha mesmo sabe? Aí voltei para casa desesperada, fiz hidratação em casa, com potinho mesmo sabe? Não resolveu. 

Aí é que vem a dica, ridiculamente simples: hidratação no salão com shampoo anti-resíduo. Nossa, o cabelo fica maravilhoso! 
Faz um mês que fiz, (lógico, tenho cuidado), e o cabelo ainda está macio e brilhante! *-* Vou tentar fazer a cada 15 dias agora. 

Então, como eu disse, é simples. Só isso, chegar no salão e pedir hidratação com shampoo anti-resíduo, custa em média R$30,00. 




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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Tutorial Unhas de Sapinho


Materiais:

- Base
- Esmalte verde escuro
- Esmalte verde claro
- Esmalte preto (para os detalhes finais)
- Esmalte branco
- Super brilho pra finalizar e durar mais o esmalte
- Palito fino (eu usei o de inox)



- Pincel de unha (na Avon tem kkk)




– Palito com uma bolinha na ponta



1º passo: Passar base, de sua preferência, depois, pinte sua unha com o esmalte verde escuro.

 

2º passo: com o pincel, molhe no esmalte verde claro e faça como se fosse uma francesinha.



3º passo: Com o palito de bolinha na ponta, faça duas bolinhas pequenas em cima da
francesinha com o mesmo esmalte verde claro.





4º passo: Com o mesmo palito, faça duas bolinhas menores do que a anterior, mas agora com o esmalte branco. Assim q secar, com o palito fino de inox, faça dois pinguinhos em cima com o esmalte preto.



Agora pra finalizar, os detalhes com o mesmo palito fino, usando-se esmalte preto e branco.



Pronto *----------*





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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

We ♥ Alpagarta

Alpagarta (nomezinho complicado de falar) é tipo uma sapatilha meio mocassim, meio tênis sem cadarço, sei lá, e serve tanto para homens quanto para mulheres; o fato é que: são confortáveis, são estilosas e estão bombando. 



Inspire-se: 





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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Sobre decepções e arroz queimado

Não, as pessoas não tem a obrigação de serem perfeitas, porém, usando uma das minhas metáforas, é como se eu fosse a jurada de um programa, como o The Voice, te ouvi cantando e gostei, só que aí, conforme sua voz saia pelo microfone, eu percebi que mesmo gostando, ainda não valia a pena eu virar a cadeira, ainda não era merecedor do meu "sim".

 

Porque é cansativo.
Eu sei, eu sei. Sempre uso a palavra "cansada" nos meus textos, mas dessa vez, é no sentido de, hum, como explicarei? É no sentido de: estou suspirando mas não por me sentir sonhadora, e sim por, bem, me sentir cansada.
Repetindo: as pessoas não tem obrigação de serem perfeitas, assim como eu não sou, você não é, ninguém é; só que elas poderiam no mínimo, tentar dar o melhor de si, ou ao menos, fazer por merecer uma cadeira virada, um sim.
Pode ser que não percebam o quão idiota estão sendo, ou, que talvez esse seja apenas o natural, só que são essas pequenas coisas, esses detalhes, essas palavras de duplo, triplo sentido que fazem a diferença, sendo mais clara: que broxam. 






Não chega bem a ser uma decepção quando a gente já espera por ela. Quero dizer, eu não espero o pior dos outros, mas tem pessoas que não nos dão outra alternativa ao não ser essa, esperar por uma decepção, como quando você deixa o arroz no fogo (ai meu Deus), e vai tomar banho: você sabe que ali existe uma probabilidade enorme de você se distrair no banho, fazendo com que você demore mais, o que leva o arroz a queimar; então você vê o arroz queimado e o fita com indiferença, porque você sabia que poderia acontecer isso.

Com pessoas é desse jeito. Tem umas que você sabe que vão "queimar", mas no fundo você tem esperança de que dê certo, só que ao invés de te surpreenderem, elas te decepcionam. Simples assim.

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domingo, 2 de fevereiro de 2014

A Menina que Roubava Livros

Eae, galero!
Como a maioria deve saber, fiz meus tão esperados 18 anos ontem (uhu!), e hoje saí para assistir A Menina Que Roubava Livros. 

Não há muito o que falar sobre o filme se você já leu o livro, porque - pasme! - a adaptação é super fiel, com bons atores e uma fotografia linda.

Para quem não conhece: 

"A Menina que Roubava Livros, o filme, começa em 1938 na Alemanha, mostrando Liesel Meminger (Sophie Nélisse), uma garota deixada pela mãe comunista, que precisa fugir do avanço nazista. Ela é adotada pelo casal alemão Hans (Geoffrey Rush) e Rosa (Emily Watson). No caminho para a nova casa, Liesel se depara com a morte pela primeira vez: seu irmão mais novo não resiste à viagem de trem. Durante o enterro, feito à beira da ferrovia, um dos coveiros deixa cair no chão um manual da sua profissão e é prontamente resgatado pela menina, que, em vez de devolver, toma para si o pequeno volume, mesmo sem saber ler."










"Após sofrer bullying na escola por ser iletrada, ela pede a Hans que a alfabetize. A dupla usa o manual como cartilha e Liesel logo apresenta progresso. Ela rouba então o seu segundo livro, de forma mais ousada: resgata um volume de uma das fogueiras feitas para queimar obras consideradas subversivas por Adolf Hitler e o Partido Nazista. Outros livros serão roubados da mulher do prefeito, Ilsa Hermann, que abre as portas de sua ampla biblioteca para Liesel."




"Na vizinhança, a menina tem um amigo, Rudy (Nico Liersch), garoto divertido e dado aos esportes que sonha em ser como Jessie Owens, o americano negro que se destacou nas Olimpíadas de Berlim de 1936, em plena Alemanha nazista, ao receber quatro medalhas nas provas de atletismo. A tranquilidade vivida por Liesel na casa de Hans e Rosa é abalada, como não poderia deixar de ser, pelo estouro da Segunda Guerra Mundial. Além da tensão que a família compartilha com os vizinhos durante ataques aéreos e outros momentos, o trio se vê em situação delicada quando passa a esconder em sua casa o judeu Max (Ben Schnetzer), filho de um soldado que havia salvado a vida de Hans durante a Primeira Guerra Mundial." - Veja 


 

Trailer:

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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Viva "as free as you can"

"As vezes eu paro e penso: "Como o mundo seria melhor se as pessoas procurassem entender e respeitar umas as outras". Mas... não, isso nem sempre acontece. É aquele pessoal que brota do chão pra te julgar quando você esta sendo feliz sendo o que você é. Falsos juízes.
Há um tempo eu me deparei com uma coisa que a maioria das pessoas conhece como preconceito (eu conheço como "minha vida tá uma bosta vou foder a sua"), e tenho lidado com isso.
Eu eu sou gay, tá ai o motivo preconceito. Se você olhar pelas entrelinhas, sou julgado por amar, e por fazer o que qualquer ser humano normal faz, só que com uma pessoa do mesmo sexo.
Eu até entendo que algumas pessoas nasceram em famílias tradicionais e pra elas isso é incomum, mas, caralho, desde quando o incomum é errado? Por que meu estilo de vida seria um incomodo? É MINHA vida, não sua. Não há razões cabiveis que me façam entender porque alguém iria querer impor e/ou moldar minhas escolhas, ou a mim. Pior é o tratamento de alguns, tipo "Você é a melhor pessoa do mundo, move montanhas pra ajudar quem precisar e não tem moral pra matar uma mosca, mas... Espera, você beija rapazes? Vai se foder, sua aberração". Eu já vi, e ainda vejo muito disso. Gente que ignora a essencia de homossexuais so porque são homossexuais. E na boa? Acho isso tao coerente quanto enfiar a mão num triturador de carne."
 


"Tudo que eu queria era que essa gente se colocasse no nosso lugar. Porra, eu sou feliz! Quem é que não ama ser você mesmo? Sem filtros? Sem mascaras? Simplesmente livre?! Mostrar sua verdadeira cara pro mundo e fuck this shit.
Antes eu mostrava quem eu era na esperança de as pessoas verem que é algo normal, que eu sou uma pessoa normal. Eu agia sendo eu mesmo esperando que não me criticassem, não falassem mal de mim. E sabe o que aconteceu? Minhas expectativas foram frustradas. Mas sabem o que eu fiz? Parei de esperar. E funcionou, porque eu comecei a agradar quem interessava: eu mesmo.
Então, você, cara, garota, homem, mulher, ser assexuado e planta, eu queria te dizer uma coisa: VIVA! As free as you can. Não deixe a porra dos babacas criarem uma imagem de voce. O que mais agrada o mundo é a autenticidade! A essência pura do ser. Se joga e foda-se! Caralho, a vida é uma só, curta demais pra se prender a criticas de merda. Sim, eles vão falar... Mas a pessoa mais importante do mundo vai sorrir."

- Matheus Vasconcelos  

Matheus é o cara tirando a foto <3